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terça-feira, 20 de julho de 2010

PROFECIA E MISTICISMO

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Por Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição apresento as seguintes orientações:
1 – Cumprimentem os alunos, perguntem como passaram a semana. Vocês estão fazendo isto? Percebem a importância desse momento?
2 – Iniciem a aula, distribuindo ¼ de uma folha de papel ofício para cada aluno e peçam para que eles escrevam uma crendice popular e a razão de sua prática, por exemplo: não passar debaixo de escada porque dá azar, não deixar a bolsa no chão, porque o dinheiro “vai embora” etc.
3 – Colem os pedaços de papel numa cartolina, leiam cada um, questionem a finalidade dessas práticas e discutam sobre Misticismo e sua influência na Igreja.
4 – Trabalhem os itens II, III e I, nesta ordem.
5 – Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “Separados”.

Dinâmica: Separados

Objetivo: Refletir sobre a conduta do cristão diante das influências mundanas.
Material: 01 copo, água, óleo de cozinha, uma colher (kit 01); 01 prato, 02 xícaras de feijão(kit 02); 01 copo com água, 01 colher, iodo ou outro material para tingir(kit 03).
Procedimento:
- Dividam a turma em 03 grupos.
- Distribuam para o grupo 01: kit 01, para o grupo 02: kit 02 e para o grupo 03: kit 03.
- Orientem-os para fazer o procedimento pedido e responder ao questionamento:
Para o grupo 01, fazer a mistura e refletir sobre o que estão vendo. O que isto tem a ver com as atitudes do cristão diante das influências místicas?
Parao 02, fazer o processo da catação do feijão. Como podemos permanecer limpos diante das influências mundanas?

Para o 03, também fazer uma mistura. Estamos nós cristãos sendo a água ou o material que tinge, modificando o ambiente que vivemos?

PROFECIA E MISTICISMO

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ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA - NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 04 - DATA: 25/07/2010
TÍTULO: “PROFECIA E MISTICISMO”
TEXTO ÁUREO – Jr 29:8
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Dt 13:1-5; 18:10-12
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/


I – INTRODUÇÃO:

• “... SABENDO QUE FUI POSTO PARA DEFESA DO EVANGELHO” – Fp 1:16 - Faz parte do trabalho cristão o combate às falsas doutrinas que frequentemente surgem no meio do povo de Deus. Combatê-las é proteger o rebanho do Senhor. Através da exposição sadia do Evangelho, o Obreiro do Senhor vai formando uma Igreja composta de crentes sadios na fé, a saber: Uma Igreja sem formalismo e fanatismo; Uma Igreja que rejeita as fábulas artificialmente compostas, tais como imaginações humanas, superstições e temores infundados; Uma Igreja que combate as heresias e corrige os ensinamentos antibíblicos que aparecem; e Uma Igreja que tem uma vida digna do Evangelho perante Deus e os homens.


II – PROFECIA E MISTICISMO:

• PROFECIA = Revelação do conhecimento e da vontade de Deus. De forma genérica, toda Bíblia consiste de matéria profética. Sem profecia, o conhecimento de Deus tornar-se-ia impossível.

• MISTICISMO = ESPIRITUAL - Conjunto de normas e práticas que tem por objetivo alcançar uma comunhão direta com Deus. Nessa busca, não raro, os místicos são induzidos a prescindir da Bíblia para ficar apenas com as suas experiências.

• Os misticismo so é benéfico enquanto não se sobrepõe à Palavra de Deus. Caso contrário, ei-lo como a fonte de todas as heresias e mentiras. Nada, em absoluto, pode contrariar as Sagradas Escrituras.


III - ENSINAMENTOS SOBRE “ESPÍRITOS TERRITORIAIS”:

• A ênfase dada atualmente à batalha espiritual trouxe consigo a crença nos espíritos territoriais. Tal ensino defende que há demônios específicos sobre determinada área ou região geográfica que dificultam a pregação do Evangelho, o progresso da Igreja e até o progresso de uma cidade ou nação. Torna-se necessário então identificar tais espíritos maus e expulsá-los para que a vitória se concretize.

• Este movimento ensina:

• “Satanás delega aos membros de elevada posição de hierarquia dos espíritos maus o controle de nações, regiões, cidades, tribos, grupo de pessoas, vizinhanças e outros grupos sociais importantes de pessoas através do mundo. O principal trabalho deles é de impedir que Deus seja glorificado em seus territórios, o que eles fazem ao dirigir a atividade dos demônios nas posições inferiores”.

• As passagens bíblicas usadas para defenderem a territorialidade dos espíritos, são: Is 14:12-14; Ez 28:12-19; Ef 3:10; 6:12; Dn 10:13; Mc 5:10


III.1 - REFUTAÇÕES:

• (1) - Is 14:12-14; Ez 28:12-19 – Certos exegetas crêem que estes versículos referem-se não apenas aos reis de Babilônia e de Tiro, mas também, DE UM MODO VELADO, a Satanás.

• (2) - Ef 3:10 – Não ensina que a Igreja anuncia a mensagem a poderes demoníacos. Ao invés do envolvimento ativo na guerra contra as potestades espirituais, a própria existência da Igreja expõe a impotência do domínio das trevas para impedir o trabalho de Deus.

• (3) - Ef 6:12 – Embora exista a menção de uma variedade de maus espíritos nesta passagem bíblica, a ênfase de Paulo não permite especulação esotérica sobre a natureza, nomes ou funções dessas potestades demoníacas. Sua posição é de que o Evangelho fornece tudo o que é necessário para resistir à atividade tentadora das forças espirituais das trevas. A batalha em Efésios Cap. 6 não é territorial, mas pessoal.

• (4) - Dn 10:13 - Embora Daniel apoie a ideia de identificação territorial de certos anjos, ele não apoia qualquer tipo de envolvimento humano numa guerra angelical.

• (4.1) - Longe de encontrar Daniel envolvido em oração de guerra, discernindo e orando contra espíritos regionais, vamos encontrá-lo frustrado pela ausência de resposta a sua oração a Deus.

• (4.2) - Daniel encontra-se totalmente alheio à batalha angelical até a explicação apologética do anjo para a demora da resposta de Deus a sua oração. Não há qualquer alusão quanto a discernir, amarrar ou orar contra os maus espíritos cósmicos.

• (5) - Mc 5:10 – Este texto deve ser entendido à luz daquele paralelo de Lc 8:31. Jesus ameçava mandá-los para o abismo. Por isso, eles preferiram ficar naquela região.


IV – UM NOVO ELEMENTO NO ASSUNTO DE GUERRA ESPIRITUAL: “O MAPEAMENTO ESPIRITUAL”:

• Os que defendem este ensinamento, dizem:

• “Mapeamento espiritual é a reunião de informações do mundo visível que pode nos auxiliar a entender o que fica abaixo da superfície, nas dimensões espirituais. O mapeamento espiritual pode nos ajudar a entender os aspectos invisíveis, tanto do reino da luz, quanto do reino das trevas”.

• O que é necessário para se fazer o mapeamento espiritual? Ensinam os defensores deste ensinamento:

• “Há necessidade de fazer algumas perguntas quanto à situação:

• (1ª) - QUAL O SIGNIFICADO DO NOME ORIGINAL DA CIDADE?

• (2ª) - O NOME FOI MUDADO?

• (3ª) - EXISTEM OUTROS NOMES OU DENOMINAÇÕES POPULARES DA CIDADE?

• (4ª) - ESTES NOMES SIGNIFICAM ALGO?

• (5ª) - SIGNIFICAM BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?

• (6ª) - FAZEM DESTACAR O DOM REDENTOR DE DEUS PARA A CIDADE?

• (7ª) - ELES REFLETEM O CARÁTER DO POVO DA CIDADE?”

• Para defenderem tal ensino, citam o exemplo da cidade de PARATI, no Rio de Janeiro:

• “A cidade foi fundada como uma plataforma para aventureiros gananciosos em busca de ouro e pedras preciosas em Minas Gerais e em seus cumes hospedavam-se os traficantes de escravos e os comerciantes de tabaco e pinga... Nestes dias, mais de trezentos anos depois, Parati é conhecida como a CAPITAL DA CACHAÇA DO BRASIL e certamente do mundo. Infâmia deste tipo pode dar a Satanás a oportunidade de trabalhar em nossas comunidades”.


IV.1 – REFUTAÇÕES:

• (1) - Se aplicássemos o exemplo de Parati à cidade de PARIS, poderíamos dizer que os moradores da Capital da França vão muito bem espiritualmente, POIS PARIS É CONHECIDA COMO CIDADE DE LUZ.

• (2) - A cidade do RIO DE JANEIRO não teria os problemas ou os pecados que lhe são atribuídos, pois é conhecida como A CIDADE MARAVILHOSA.

• (3) - A cidade de SALVADOR, um nome tão bíblico e com um significado espiritualmente fantástico, deveria fazer da Capital Bahia o centro evangélico do Brasil. Entretanto, essa não é realidade.

• (4) - E o que dizer do Estado do ESPÍRITO SANTO, cuja Capital é VITÓRIA? E da comunidade na cidade do Rio de Janeiro, denominada CIDADE DE DEUS? Com esses nomes, não deveriam ser paraísos de santidade? No entanto, não é o que acontece naquelas localidades.

• (5) - At 19:1-20 - Não se destrona principados e potestades para depois pregar a Palavra de Deus, mas primeiro se prega a Palavra do Senhor, pois ela, sim, tem o poder para vencer as potestades malignas

• (6) - Mt 10:1-14 - O Senhor Jesus nunca instruiu seus discípulos sobre espíritos territoriais ou mapeamento espiritual quando os enviou às cidades e aldeias para evangelizar.

• (7) - Gl 1:11-12; At 20:27 – Se o ensino da territorialidade dos espíritos fizesse parte do Evangelho que lhe foi revelado pelo Senhor, Paulo o teria ensinado, pois nunca deixou de anunciar todos o desígnio de Deus.

• (8) - At 16:16-17 – Se Paulo estivesse envolvido com a crença de espíritos territoriais e se tal ensino fosse bíblico, ele teria orado antes de chegar a Filipos, já teria identificado o espírito mau da região, já o teria amarrado e teria entrado na cidade sem enfrentar qualquer oposição ao seu labor evangelístico. Porém, não foi isso que aconteceu.

• (8.1) - Paulo enfrentou o demônio, expulsou-o e ainda encontrou muita oposição ao seu trabalho missionário em Filipos.

• (8.2) - Observemos que Paulo nunca deu instruções aos irmãos para que descobrissem quem era o espírito territorial em Roma ou de qualquer outra região.

• Sem dúvida, a crença da territorialidade de espíritos não fazia parte dos ensinamentos de Paulo.


V – FANEROSE (CAIR SOB O PODER DE DEUS ou MINISTRAR A QUEDA NO PODER):

• FANEROSE vem do grego “PHANERÓS” e quer dizer VISÍVEL.

• Trata-se de um tipo de ensinamento prático em que as pessoas que estão sentindo a presença de Deus, caem. Isso seria a MANIFESTAÇÃO VISÍVEL da presença do Espírito Santo.

• A base bíblica dos simpatizantes da fanerose são: Gn 2:21; Gn 15:12; Nm 24:4; I Sm 19:23-24; II Cr 5:14 cf Ex 40:34-35; Apc 15:8; Dn 10:8-9; Jo 20:22 cf Gn 2:7; At 9:4-8; Apc 1:17.


V.1 – REFUTAÇÕES:

• (1) - Gn 2:21 - Deus fez Adão DORMIR. Mas DO SONO DE ADÃO, DEUS CRIOU EVA

• (2) - Gn 15:12 - Deus falou a Abraão, quando este estava em PROFUNDO SONO, SOBRE A PROMESSA DE SUA DESCENDÊNCIA.

• (3) - Nm 24:4 - Balaão caiu em êxtase. Mas, não se pode esquecer de que Pedro se referiu a Balaão como alguém que amou o prêmio da injustiça e perverteu o caminho do Senhor (II Pe 2:15).

• (3.1) - Judas fala daqueles que caíram no erro de Balaão (Jd 11).

• (3.2) - Na carta à Igreja de Pérgamo, a referência que o Senhor faz sobre Balaão não é nada recomendável (Apc 2:14).

• (3.3) - Foi Balaão quem levou o povo de Israel a prostituir-se em Baal-Peor (Nm 25:1-3; 31:16).

• (3.4) - Balaão é tido na Bíblia como adivinho e foi morto pelo exército do Senhor como inimigo de Israel (Js 13:22).

• (3.5) - Assim, a experiência de Balaão não deve servir de exemplo para qualquer cristão.

• (4) - I Sm 19:23-24 – Saul na casa dos profetas em Ramá profetizou diante de Samuel e ficou nu deitado em terra durante um dia inteiro e uma noite inteira.

• (4.1) - Quanto a este versículo, comenta a Bíblia de Estudo Nova Versão Internacional, pg. 405:

• “Saul ficou tão prostrado pelo poder do Espírito de Deus a ponto de ser impedido de levar adiante a sua intenção de tirar a vida de Davi”.

• (4.2) - O registro bíblico informa que Saul já havia se rebelado contra Deus quando viveu essa experiência.

• (4.3) - O texto diz ainda que Saul ficou nu. Ora, se essa passagem for usada para ensinar o fenômeno de cair no Espírito, deve ser um procedimento normal o cristão ficar nu também!

• (5) - II Cr 5:14 - Quando se compara esta passagem com outras semelhantes - Ex 40:34-35; Apc 15:8 - torna-se claro que a presença de Deus era tão intensa que os sacerdotes não podiam ENTRAR NO TEMPLO. Não há, portanto, qualquer base bíblica para se instituir a prática da fanerose na Igreja.

• (6) - Ez 1:28; 3:23; 44:4; Dn 8:17-18 - Devido a manifestação da glória do Senhor, estes homens de Deus caíram com seus rostos em terra. Entretanto, quando acontecia tal manifestação na Bíblia, ela era geralmente acompanhada de temor, reverência e atitude de adoração.

• (6.1) - Num dos eventos, a Bíblia diz que os homens que estavam com Daniel sentiram muito medo, fugiram e se esconderam (Dn 10:7)

• (7) - Dn 10:8-9 - Ao ter uma visão, Daniel caiu sem sentidos. Porém, falta completar a leitura com os versos 10 e 11 - "... E LEVANTA-TE SOBRE OS TEUS PÉS..."

• (8) - Jo 20:22 - O único exemplo no Novo Testamento de alguém soprando sobre outros é o de Jesus quando aparece para os discípulos depois da ressurreição.

• (8.1) - O verbo SOPRAR que aparece neste versículo é, no grego, ENEPHYSESEN, o mesmo empregado em Gn 2:7. Deus formou o homem do pó da terra e SOPROU NELE o fôlego de vida para que ele se tornasse um ser vivo.

• (8.2) - Jesus SOPROU sobre os discípulos o sopro da nova criação que lhes deu vitalidade espiritual. Ao primeiro homem foi dada a responsabilidade da criação material. Mas aos discípulos, a responsabilidade pela nova criação. ISTO QUER DIZER QUE VIDA NATURAL E ESPIRITUAL DEPENDEM DO SOPRO (ESPÍRITO) DE DEUS.

• (8.3) - Assim, pode ser observado na Bíblia que é somente Deus e não o homem quem sopra, não existindo, portanto, qualquer instrução bíblica para se soprar sobre as pessoas a fim de derrubá-las.

• (8.4) - Além do mais, este foi um enchimento temporário dos discípulos com o Espírito Santo para capacitá-los até que seu relacionamento normal com o Espírito Santo começasse em Pentecostes.

• (9) - Mt 17:5-6 e At 9:4-8 - Os discípulos caíram sobre seus rostos com grande medo e Saulo caiu diante da luz de Deus - Pode ser que o medo e o fato de serem inesperadamente envolvidos por uma luz mais resplandecente que o sol tenha provocado a queda dos discípulos, de Paulo e dos que o acompanhavam. Mas, certamente, não é por causa dessa mesma luz que as pessoas estão caindo nas Igrejas, através dos movimentos pentecostais e carismáticos.

• (9.1) - Além disso, estas passagens bíblicas devem ser completadas com Mt 17:7-8 e At 9:3-4, 6, 8, 10-11, 17-18; 26:13-14

• (10) - Apc 1:17 - João caiu ante a visão do Cristo glorificado - João, apesar de cair como morto diante de Cristo, com um gesto e com uma só palavra do Mestre, ficou encorajado. Aliás, além de cair, João teve medo reverente, pois o Senhor lhe disse: NÃO TEMAS.

• (11) - II Cor 12:1-4 - O relato bíblico nada diz sobre Paulo cair. Pode ser que tal fato tenha ocorrido quando ele foi apedrejado e tido como morto em Listra (At 14:19-20)

• Ante tudo isso, basta uma simples observação das passagens bíblicas acima para compreendermos que não há qualquer base na Palavra de Deus para para estabelecermos a prática da fanerose na Igreja. Isto porque, A BÍBLIA ENSINA:

• (A) - QUEM DERRUBA É O DIABO QUE QUER NOS VER SEMPRE PROSTRADOS E CAÍDOS:

• - Is 14:12 - "... CAÍSTE... FOSTE LANÇADO POR TERRA..."

• - Mc 9:17-18, 20, 25-26 - "... E CAINDO O ENDEMONHINHADO POR TERRA... O TEM LANÇADO NO FOGO, E NA ÁGUA, PARA O DESTRUIR..."

• Lc 4:33-35 - "... E O DEMÔNIO, LANÇANDO-O POR TERRA..."

• (B) - QUEM RECUA E CAI POR TERRA SÃO OS INIMIGOS DE JESUS; BASTOU A VOZ DO MESTRE PARA QUE ISSO ACONTECESSE:

• Jo 18:4-6 - "... Quando pois lhes disse: Sou eu, RECUARAM, E CAÍRAM POR TERRA".

• (C) - Segundo registros bíblicos, NÃO CAÍMOS COM O PODER DO ESPÍRITO SANTO; este é que “CAI” ou “VEM SOBRE NÓS”:

• Ez 8:1 - "... A MÃO DO SENHOR CAIU SOBRE MIM";

• Ez 11:5 - "CAIU POIS SOBRE MIM O ESPÍRITO DO SENHOR..."

• At 10:44 - "... CAIU O ESPÍRITO SANTO SOBRE TODOS OS QUE OUVIAM A PALAVRA";

• At 11:15 - "... CAIU SOBRE ELES O ESPÍRITO SANTO..."

• (D) - Os servos de Deus sempre se levantam e põem-se em pé:

• Ez 1:28 - 2:1-2 - "... VENDO ISTO, CAÍ SOBRE O MEU ROSTO... FILHO DO HOMEM, PÕE-TE EM PÉ... ENTROU EM MIM O ESPÍRITO... E ME PÔS EM PÉ";

• Ez - 3:22-24 - "E a mão do Senhor estava SOBRE MIM ALI... LEVANTA-TE... E LEVANTEI-ME... ENTÃO ENTROU EM MIM O ESPÍRITO, E ME PÔS EM PÉ...";

• Ez 8:1-3 - "... ALI A MÃO DO SENHOR CAIU SOBRE MIM... E O ESPÍRITO ME LEVANTOU...";

• Ez 11:1, 24 - "Então ME LEVANTOU O ESPÍRITO... DEPOIS O ESPÍRITO ME LEVANTOU...";

• Ez 37:8-10 - "... ENTÃO O ESPÍRITO ENTROU NELES E VIVERAM, E SE PUSERAM EM PÉ...";

• Ez 43:3-5 - "... E CAÍ SOBRE O MEU ROSTO... E LEVANTOU-ME O ESPÍRITO...";

• Dn 8:15-18 - "... FIQUEI ASSOMBRADO, E CAÍ SOBRE O MEU ROSTO... CAÍ COM O MEU ROSTO EM TERRA, ADORMECIDO; ELE, POIS, ME TOCOU, E ME FEZ ESTAR EM PÉ";

• At 9:10-18 - "... Para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo... e recuperou a vista; e, LEVANTANDO-SE, FOI BATIZADO".

• (E) – Quando Jesus tocava alguém, era para levantar, exaltar e restaurar os que são fiéis a Ele; ninguém caía com o toque de Jesus:

• Mt 8:14-15 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas expulsa a enfermidade, nos levanta do leito de enfermidade, dando-nos ânimo para servir;

• Mt 9:27-30 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas abre os nossos olhos e ilumina;

• Mt 17:1-8 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas nos ergue e nos encoraja;

• Mc 7:31-35 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas restaura fazendo ouvir a sua voz e falar coisas celestes;

• Mc 9:14-27 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas liberta, dá apoio e consolação;

• Mc 10:13-16 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas transmite ricas bênçãos para nós e nossos filhos;

• Lc 5:12-13 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas traz-nos purificação e perdão;

• Lc 8:40-42, 49-56 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas transmite vida;

• Lc 22:47-51 - O toque de Jesus não derruba ninguém, mas transmite cura.

• (F) - Finalmente: “MAS O FRUTO DO ESPÍRITO É... CONTRA ESTAS COISAS NÃO HÁ LEI” – Gl 5:22-23 – Ou seja, a manifestação visível da presença de Deus na vida de um cristão não deve ser caracterizada por atitudes e gestos emocionais, mas, sim, por aquilo que pode ser visível em sua vida: O FRUTO DO ESPÍRITO! O FRUTO É AQUILO QUE É VISÍVEL; TODOS PODEM E DEVEM VER O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO EM NOSSAS VIDAS!


VI - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

• Poderíamos ainda dizer outras inúmeras inovações que têm aparecido nos últimos tempos. São todas práticas que misturam feitiçaria, meninice, despreparo espiritual e, o que é primordial, AUSÊNCIA DA EXPOSIÇÃO DA GENUÍNA PALAVRA DE DEUS.

• "... PORQUE TODO O POVO CHORAVA, OUVINDO AS PALAVRAS DA LEI" - Ne 8:9 

• “... LERAM NO LIVRO DA LEI DO SENHOR SEU DEUS UMA QUARTA PARTE DO DIA; E NA OUTRA QUARTA PARTE FIZERAM CONFISSÃO E ADORARAM AO SENHOR SEU DEUS” - Ne 9:3

• Os israelitas CHORAVAM AO OUVIREM AS PALAVRAS DA LEI; LERAM o Livro da Lei do Senhor durante três horas e passaram outras três horas confessando os seus pecados e adorando o Senhor.

• Em nome de Jesus, IMITEMOS OS BONS EXEMPLOS REGISTRADOS NA SANTA PALAVRA DE  DEUS E CRESÇAMOS NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO QUE HÁ EM CRISTO JESUS, NOSSO SENHOR!




FONTES DE CONSULTA:

1) A Bíblia Vida Nova - Edições Vida Nova



2) Estudo Bíblico “A Escola Dominical e o seu enfrentamento às Heresias” – Pr. João Miranda



3) Silva, Severino Pedro da - Os Anjos, Sua Natureza e Ofício - CPAD



4) Romeiro, Paulo - Evangélicos em Crise – Editora Mundo Cristão



5) Revista Educação Cristã - Volume III - SOCEP



6) BEP



7) Andrade, Claudionor Corrêa de - Dicionário Teológico - CPAD

segunda-feira, 19 de julho de 2010

PROFECIA E MISTICISMO

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Por Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO
"Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos, nem deis ouvidos aos vossos sonhos que sonhais" (Jr 29.8).


- Os adivinhos, agoureiros e encantadores eram proibidos em Israel (Lv 19.26; Dt 18.10,11). Essas proibições contra a aceitação de religiosos ilegítimos ou a adoção de práticas ilegítimas ocorrem para que Israel seja um povo perfeito. O caráter detestável dessas práticas é sublinhado e citado como razão do julgamento divino contra os cananeus (Dt 18.9,12).VERDADE PRÁTICA
Embora o sobrenatural fascine o ser humano, muito do que ocorre, nesse âmbito, não procede de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Deuteronômio 13.1-5; 18.10-12

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

- Definir o termo misticismo;

- Explicar o que são práticas divinatórias, e

- Conscientizar-se de que o objetivo da profecia bíblica é nortear o Corpo de Cristo na sua peregrinação.


PALAVRA-CHAVE
MISTICISMO
: - [Do lat. Mystica, espiritual] É uma atitude mental de busca da união íntima e direta do homem com a divindade, baseada mais na intuição e no sentimento do que no conhecimento racional.

COMENTÁRIO
(I. INTRODUÇÃO)
Os profetas desempenharam um papel considerável no desenvolvimento religioso de Israel. Eram lideranças populares vocalizando sempre a sabedoria dos antigos, tentando influenciar seja na condução dos negócios do Estado seja nos costumes. No decorrer da história, surgiram inúmeros pseudo-profetas. Jeremias percebeu o perigo destes falsos com suas perigosas previsões que poderiam atenuar e desviar os desígnios sociais, morais e políticos dos profetas autênticos e investiu contra eles num famoso sermão. O universo temático da lição de hoje é a identificação do misticismo enganoso, por trás do uso da nomenclatura de Profecia. Como identificar essa tendência? Como saber se a manifestação é ou não divina? O texto da Leitura Bíblica em Classe revela-nos que o sobrenatural pode ser usado para desviar o povo de Deus. A Palavra do Senhor esclarece que, qualquer experiência antes de ser aceita, deve ser submetida ao escrutínio da Escritura Sagrada. Hoje, não são poucos os enganadores que usam a ingenuidade cristã, a fim de embromá-los em proveito próprio. É nossa tarefa alertar e ajudar nossos alunos a ter uma resposta firme contra essas tendências. Essa lição é oportuna e nos ajudará na identificação da verdadeira profecia e do misticismo. É importante que saibamos fazer uma leitura das ramificações místicas e esotéricas que estão influenciando o povo de Deus (objetos sagrados, o uso de roupas, fotos, plantas etc.), com o intuito de ‘mover’ o espiritual e influenciar o físico. É hora de rejeitarmos essas inovações!


(II. DESENVOLVIMENTO)
I. AVALIAÇÃO DA PROFECIA

1. Os embusteiros (13.1).
‘Aquele que usa de embuste; mentiroso; intrigante; intrujão’ – No capítulo 13 de Deuteronômio, Moisés faz advertências contra a apostasia. Ele inicia o texto advertindo contra os pseudo-profetas para enfatizar que embora um profeta parecesse ter credenciais impressionantes, o teste teológico continuava sendo crucial. Em qualquer caso de desvirtuamento, a pena era a morte; Deus abomina tanto a adoração a falsos deuses, que ordena a destruição total para qualquer cidade entre os israelitas que pratique tal coisa. O reformador alemão, Martinho Lutero, dizia com razão que o Diabo é o maior imitador de Deus. Jesus afirmou que tais impostores ‘farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos’ (Mt 24.24). (
Assista este vídeo e tire suas conclusões). Embora estes embusteiros tentem enganar os eleitos, não há real possibilidade de que sejam bem sucedidos nesse propósito. É Deus mesmo quem protegerá os eleitos (Rm 8.31-39; Jo 10.28,29; Rm 8.30). No dizer do apostolo Paulo - ‘Satanás se transfigura em anjo de luz’ (2 Co 11.14), uma das artimanhas de Satanás consiste em reivindicar estar fazendo o bem e, especificamente, enviar a uma igreja servos seus que se dizem crentes, mas na verdade produzem apenas divisão, calúnia, imoralidade e toda espécie de destruição. Em Mt 7.20 Jesus adverte os seus discípulos: ‘Por seus frutos os conhecereis’.
2. Como identificar a fonte do milagre? (13.2). Os líderes carismáticos nem sempre são guiados por Deus. Moisés alertou os israelitas contra esses falsos profetas que encorajavam o povo a adoração a outros deuses (Dt 13.5). A igreja tem os seus profetas trabalhando para o "aperfeiçoamento dos santos", que por meio da homilia, transmitem as verdades do evangelho. Nesses últimos dias há uma proliferação de falsos profetas, são lobos vestidos de ovelha, que alegam ser usados por Deus. Jesus, em Mateus 7.15-20, mostra como um cristão pode identificar um falso profeta. A verdade é que, nem toda pessoa que professa a Cristo é um crente verdadeiro e que, hoje, nem todo escritor evangélico, missionário, pastor, evangelista, professor, diácono e outros obreiros são aquilo que dizem ser.
3. Deus usa o falso profeta para provar os seus servos (13.3). Há uma necessidade urgente de comunhão com o Senhor, ser fiel e examinar minuciosamente, com toda atenção, a Palavra revelada. O perigo do desvio surge, muitas vezes, de pessoas que parecem espirituais. A Bíblia Pentecostal, comentando Dt 13.3, afirma: “[...] Deus às vezes, testa a sinceridade do nosso amor e dedicação a Ele e à sua Palavra (cf. 8.2). Deus, as vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de Deus, e que realizam sinal e prodígio. Tais pessoas, às vezes,falam com muita ‘unção’, e operam milagres [...]. Ao mesmo tempo, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de Deus ou subtrair partes dela.” (Stamps, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, nota Dt 13.3, pg 312.). No dizer de Paulo, muitos inovadores milagreiros, falsos cristos e pregadores de ‘outro Jesus, outro espírito e outro evangelho’ (2 Co 11.4) perverterão a Palavra em proveito próprio (
Leia este artigo).
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
As práticas divinatórias são uma forma infame de idolatria e satanismo e, portanto, repulsivas aos olhos de Deus.
II. PRÁTICAS DIVINATÓRIAS

1. As abomináveis práticas divinatórias (18.9).
Estes versículos apresentam uma relação de práticas abomináveis comuns na religião Cananéia, das quais, Deus requeria o afastamento. A feitiçaria é encontrada em todas as culturas e em todas as épocas; apresenta-se sob aspectos diversos, mas sempre com característica em comum que é o recurso a fórmulas e rituais mágicos, cabalísticos, para curar doenças, prever coisas futuras, assegurar o sucesso de empreitadas, etc. A Bíblia ressalta essa prática no Egito; o livro de Êxodo 7.11 ss, narra que tendo Moisés e Arão feito prodígios diante do Faraó, os magos do Faraó, através de suas artes mágicas, fizeram o mesmo. Em Isaías 47.l2ss e em Daniel 1.20; 2.2ss, mostram a importância que a magia possuía entre os babilônios. A cultura helenística por sua vez nada fazia de importante sem antes consultar as pitonisas e os oráculos. Por isso Deus estabeleceu a mais severa das punições para quem recorresse a mágicos e adivinhos, ou invocasse os espíritos: a pena de morte (Ex 22.18; Lv 20.27; 19.26-31; 20.6; Dt 18.9-14). Por sua vez, o Novo Testamento declara que quem pratica tais coisas não entrará no reino de Deus (Gl 5.20,21; AP 22.15). “Na Bíblia, Deus nos diz tudo o que precisamos saber sobre o que está por acontecer”. Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal-REFLEXÃO.
2. Adivinhador, prognosticador, agoureiro, feiticeiro, encantador, necromante e mágico (18.10,11). Os adivinhos ou feiticeiros procuravam predizer eventos futuros ou desvendar segredos, pela ação de espíritos malignos ou de algum meio humano. Estes versículos contêm uma relação de práticas ocultistas comuns na religião Cananéia, as quais eram e continuam sendo abomináveis ao Senhor e terminantemente proibidas por ele. A sociedade sem Deus interessa-se pelo ocultismo em suas múltiplas formas. O ocidente foi invadido por uma avalanche de cultos e práticas orientais pseudo-religiosas, muitas delas, camufladas em filosofias e medicina alternativa. O propósito satânico tem sido sempre tirar os homens do caminho verdadeiro e introduzi-lo em algum substituto. Muita gente não entende a verdadeira natureza nem o grave perigo envolvido nas artes ocultas.
Porque Deus proíbe toda a relação com o ocultismo?
1. Porque Ele é Senhor, Soberano. Todas as coisas e o futuro estão em suas mãos;
2. Porque Ele sabe o mal que faz ao ser humano, especialmente no entorpecer da personalidade; é uma desnaturalização da natureza e do livre arbítrio;
3. Porque Ele tem ordenado que conquistemos toda mudança por meio da oração a Deus e por meios legítimos. ‘Quando vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes: - não recorrerá um povo ao seu Deus? a favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?’ (Is 8.19).
Já o plano de Deus para obtermos a verdade é ouvir os fiéis mensageiros dele exporem a sua Palavra.
3. Bruxo e bruxaria. A palavra Bruxaria, segundo o uso corrente da língua portuguesa, designa as faculdades sobrenaturais de uma pessoa, que geralmente se utiliza de ritos mágicos, com intenção maligna - a magia negra - ou com intenção benigna - a magia branca. É também utilizada como sinônimo de curandeirismo e prática oracular, bem como de feitiçaria. Tanto o AT quanto o NT trazem várias referências à prática da bruxaria e da feitiçaria. Sempre que essas práticas são mencionadas, elas também são condenadas por Deus. A Bíblia proíbe todo o tipo de bruxaria, incluindo feitiçaria, astrologia e magia. Em 2 Crônicas, lemos sobre um homem que se tornou rei aos 12 anos de idade, Manassés. Ele, porém, fez o que era mal aos olhos do Senhor e pagou o preço por suas escolhas ruins. Veja o que Deus disse sobre o envolvimento de Manassés com a bruxaria: ‘Fez ele também passar seus filhos pelo fogo no vale do filho de Hinom, e usou de adivinhações e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira’. 2Cr 33.6. Por que Deus ficaria tão indignado com esse tipo de prática? Porque quer que confiemos nele como nosso guia, nossa força e nosso direcionamento. Apenas Ele é nossa força e nossa vida – não as forças da escuridão. Um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, tem sido importada e implementada em nossas escolas - o Halloween. O Dia das Bruxas é tido como um dia especial no calendário dos adoradores de Satanás. No Halloween, as crianças vão atrás de “gostosuras ou travessuras” vestidas como diabinhos, carregando um tridente de plástico, embora não tenham a menor idéia de quem estão imitando. Satanás tem usado essa e outras imagens divertidas de si mesmo para nos confundir e distrair. Depois do ‘carro-chefe’ Harry Potter, a bruxaria teve um crescimento no meio das crianças e até mesmo no meio pedagógico, em vista que muitas professoras têm orientado seus alunos a lerem os livros do pequeno Bruxo. O caderno ZH, do jornal ZERO HORA, de 02/06/03, traz uma matéria com o título “As bruxas andam soltas na educação”, provando que o tema tem sido tão sedutor, que já virou tese de doutorado de uma socióloga da Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFGRS, baseando-se no poder de encantamento das bruxas. Nas bancas de jornais qualquer criança pode ter acesso a revistas especializadas em bruxaria, uma delas que está fazendo o maior sucesso é a WÍTCH, publicada pela Disney em vários países. (
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SINÓPSE DO TÓPICO (2)
As práticas divinatórias são uma forma infame de idolatria e satanismo e, portanto, repulsivas aos olhos de Deus.
III. A NECESSIDADE DA PROFECIA BÍBLICA

1. A voz de Deus na terra.
O texto de 2 Pe 1.20 afirma que nenhuma profecia da Escritura é de particular origem, isto é, da interpretação da visão feita pelo próprio profeta. Alguns tomam este versículo como referindo-se à interpretação de profecia, ao ponto que a ninguém é permitido interpretar a Escritura por si mesmo, particularmente. Mas a preocupação de Pedro aqui é a confiabilidade da própria Escritura, e não a autoridade daqueles que a interpretam. Quando Pedro estimulou os crentes a falar segundo as palavras de Deus (1Pe 4.11), ele não disse que esta mensagem substituiria a pregação e a doutrina. Nenhuma experiência pode gozar de autoridade igual às Escrituras. Cremos que a Bíblia seja suficiente para a salvação, para a fé e para a vida obediente. Não obstante isso, sabemos que a vida da Igreja deve ser abençoada pela presença do dom de profecia para a edificação, exortação e consolação da congregação. A profecia bíblica é um propósito da plenitude do Espírito Santo (At 2.17) para nortear homens e mulheres no caminho seguro para o céu. No AT os profetas cúlticos (2 Cr 20.14) exortavam o clero e o povo contra as influências pagãs no culto a Deus, como também ao culto correto na sua forma, mas destituído de sinceridade: hipócrita e vazio (Is 29.13). Muitas vezes, os profetas usavam expressões austeras para repreender a hipocrisia religiosa, o intenso ritualismo, o completo formalismo e a exacerbada carnalidade cúltica. Na atualidade, a voz do Senhor é ouvida através da exposição bíblica. A Palavra do Senhor esclarece que, qualquer experiência antes de ser aceita, deve ser submetida ao escrutínio da Escritura Sagrada. No tempo hodierno, não são poucas as pessoas que usam a ingenuidade dos indoutos, a fim de desanimá-los. Cabe a você ensiná-los a ter uma resposta firme contra essas tendências.
2. Revelação dos mistérios divinos. A palavra profética da Escritura é uma prova sólida que nos dá a certeza do cumprimento cabal da Bíblia como um todo, cujo ápice será o retorno triunfal de Cristo, a ‘estrela da alva’. Toda a Palavra teve sua origem em Deus, assim temos a firme convicção de que a mensagem de Deus é infalível e inerrante. As Escrituras em sua totalidade, são verdadeiras e fidedignas em todos os seus ensinos (1Co 14.37).
3. O contraste entre a verdadeira profecia e as práticas pagãs. “Com a direção fidedigna do Espírito Santo, das Escrituras e da Igreja, não precisamos voltar-nos para as fontes ocultas, a fim de obter informações, especialmente porque o que vêm destas fontes é enganoso.” Bíblia do estudante Aplicação Pessoal-REFLEXÃO. No mundo pós-moderno em que vivemos, ideologia religiosa é questão de escolha pessoal. Nossos púlpitos servem também ao ensino de teologias anticristãs, práticas condenadas pela Bíblia e uma confusa vida sujeita a variar de forma. Por mais que se multipliquem os modismos com sua vacuidade, a verdade será uma só: Deus é verdade e somente a Sua Palavra é a verdade. Dessa forma, heresia continuará heresia, pecado continuará pecado, verdade continuará verdade e mentira continuará mentira. "Antes de discutir a lei sobre profetas, Deuteronômio lista diversas técnicas utilizadas pelo paganismo para obter oráculos divinos (Dt 18.9-14). Tais métodos não serviriam para Israel ouvir a voz do Senhor. O que esses itens proibidos têm em comum é que todos caem na categoria da sabedoria e da ingenuidade humanas. Yehezkel Kaufmann, com muita propriedade, chama a adivinhação de ciência de segredos cósmicos e o adivinho de cientista que pode dispensar a revelação divina. O Senhor, em contrapartida, levantaria como seu veículo de revelação um profeta. Tal qual o rei, ele devia ser oriundo da comunidade israelita (18.15; 17.15). Ele só era capaz de falar porque Deus punha a palavra em sua boca (17.19). O fato de Deus, [...], colocar suas palavras na boca de seus profetas explica o porquê de muitos deles iniciarem seus pronunciamentos com: "A palavra do Senhor veio a mim" ou "Assim diz o Senhor". Por outro lado, é raro qualquer outra pessoa nas Escrituras, Antigo ou Novo Testamentos, prefaciar e validar seus comentários com esta fórmula. Uma coisa é afirmar que as Escrituras foram inspiradas; outra coisa é entender como Deus a inspirou. Já com os profetas, não restam dúvidas: Deus os inspirou ao lhes ditar suas palavras, colocando sua palavra em suas bocas, de forma que as palavras do profeta eram proferidas por Deus" (HAMILTON, Victor P. Manual do Pentateuco. RJ: 2.ed. CPAD, 2006, pp.481-2).
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
A profecia bíblica norteia homens e mulheres no caminho para o céu e contradiz as práticas pagãs
(III. CONCLUSÃO)
“Acautela-vos, porém, dos falsos profetas...” Mt 7.15
Há muitos que fingem ser guias cristãos cujo objetivo não é pastorear, mas sim, é egoísta e destrutivo. Somos exortados a testar aqueles que alegam profetizar por meio de seus frutos, isto é, pelo estilo de vida que leva, pelo caráter, pelos ensinamentos que ministra. Portanto, o crente precisa estar alerta e distinguir os espíritos. Vivemos num tempo em que há muitos “sinais e maravilhas”, por conseguinte, devemos orar e pedir a Deus sabedoria para divisar a Verdade e o erro. Cremos e pregamos o verdadeiro evangelho e sabemos que maravilhas acontecem em decorrência da pregação da Palavra de Deus (Mc 16.15-20). Entretanto, muitos enganadores, falsos profetas, ilusionistas, milagreiros, falsificadores da Palavra de Deus tem se levantado em nosso meio. E os falsos profetas tanto usam de ilusionismo como de sinais e prodígios de mentira (Mt 7.15-20; 2 Ts 2.9; Mt 24.24; Dt 13.1-4). (
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APLICAÇÃO PESSOAL
Tetzel[1], o padre domiciano vendedor de indulgências, ficaria envergonhado se vivesse em nosso meio! São tantos os que se dizem religiosos, porém seus atos demonstram o contrário. São estes os lobos devoradores que podemos assistir a qualquer momento nos canais de TV, nos jornais e nas rádios, uma gama estratosférica de pseudoprofetas, que falam em nome de Deus, mas colocam como se as graças do alto pudessem ser alcançadas através do dinheiro. São os modernos vendedores de indulgências. Saber como reagir a essa questão da cultura contemporânea, às vezes, é algo realmente confuso e frustrante. Todos têm opiniões diferentes em relação ao que é melhor para um cristão nestes dias. Temos aprendido que a Palavra de Deus é sempre o padrão para medir todas as coisas! ‘Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores’ Mt 7.15. Estamos vivendo isso, dado a incidência de fatos que estão a ocorrer hoje a respeito da advertência proclamada por Cristo há dois mil anos atrás. O que diria Lutero hoje? Quantas teses ele pregaria na porta de Westminster? "...mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já dissemos a vocês, agora de novo também falamos. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Gl 1.7-9). Convido-o a ler o artigo ‘Fanatismo e Êxtase’ no Blog
Mantenedor da Fé.
“Infelizmente a cada dia sou surpreendido com novos fatos que me levam a mais profunda perplexidade. Lamentavelmente em alguns dos templos evangélicos tem se percebido as mais estranhas esquisitices, que só em mencionar me faz ficar ruborizado. Unção do riso; unção apostólica; unção do leão; unção do vômito; unção do cachorro; crentes de segunda classe; troca de anjo da guarda; arrebatamento ao 3º céu seguido por novas revelações; night gospel song; sal grosso pra espantar mal olhado; maldições hereditárias; encostos; atos proféticos; óleo ungido pra arrumar namorado; sessões do descarrego; que dentre tantas outras coisas mais, tornaram-se marcas negativas dessa geração. Caro leitor, preciso abrir o coração! Diante de tanta invencionice gospel resta-nos chorar! Sinceramente precisamos chorar. Precisamos derramar nossa alma diante do Senhor clamando a Ele que nos perdoe os pecados e que difinitivamente mude os rumos da igreja evangélica brasileira.
Renato Vargens - Assista a esse vídeo
Há um artigo ‘divertido’ e instigador publicado no Blog do Pr Ciro Sanches Zibordi que transcrevo a seguir:
“Pregador está enfrentando “problemas” depois que leu o Blog do Ciro
Pastor Ciro Sanches Zibordi, e agora, o que é que eu faço? Você me perverteu, deturpou tudo o que aprendi. Deixou-me “quadrado” e muito exigente. Sabe por quê? Porque eu já não aceito qualquer coisa! Não aceito mais heresias na minha igreja! E mais: meu ministério tomou outro rumo, outra direção. Parei de pregar o que outros pregadores pregam. Só falo de Jesus... O que eu faço, agora? Tudo o que escuto tenho de pesquisar na Bíblia. E tudo o que falo tem que ter respaldo bíblico. Está vendo o que seu blog fez comigo? Tudo agora é só Bíblia, Bíblia, Bíblia...
Escute aqui, seu pastorzinho cristocêntrico: Se eu perder meus amigos por sua causa; se aqueles que gostavam de me ver pregar não pedirem mais para agendar compromissos com eles; e se eu continuar amadurecendo por causa deste seu blog, eu prometo que vou... orar e agradecer a Deus pela sua vida! Com carinho, amor, respeito e... um pouco de humor, Gabriel Luciano gabrielqueiroz27@yahoo.com”
Que estas palavras nos inspirem!
N’Ele, que me leva a refletir: "E quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito.” (1Sm 12.23),
Francisco A Barbosa
auxilioaomestre@bol.com.br


[1] Johann Tetzel, (1465—1519) foi um padre dominicano, talvez melhor conhecido por ter vendido indulgências no século XVI. Sua autoridade como dispensador de indulgências foi concedida pelo Papa Leão X a fim de pregar por toda Alemanha. Em 1517, Tetzel tentava angariar - através das indulgências - doações em dinheiro para a construção da Basílica de S. Pedro. Crê-se que Martinho Lutero se inspirou nele ao escrever as suas 95 teses.
BIBLIOGRAFIA PESQUISADA- Stamps, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pg 1814;
- Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;
- Bíblia de Estudo de Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e SBB, 1999;
- STOTT. John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD, pp.60-1
- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Editora Objetivo, Rio de Janeiro, 2001
- Blog Mantenedor da Fé
http://igrejinha.org.br/blog/
-
Pregador está enfrentando “problemas” depois que leu o Blog do Ciro;
- Imagem: (
Êxtase).


EXERCÍCIOS1. Quem eram as figuras centrais em Israel no período que antecedeu a monarquia?
R. A profecia é a mensagem ou palavra do profeta. Misticismo é a tendência da união espiritual íntima com seres espirituais tenebrosos.

2. Por que o profeta Jeremias era visto com desconfiança, como traidor da nação?
R. Não.

3. Por que as práticas religiosas dos cananeus e dos egípcios mencionadas em Dt 18.10,11 são repulsivas aos olhos de Deus?
R. Porque representam uma forma infame de idolatria e satanismo.

4. Qual o objetivo dos adivinhadores em todas as suas formas de adivinhação?
R. Fazer frente à vontade de Deus e ao evangelho de Jesus Cristo.

5. O que e quem temos nós, os cristãos, para nortear a nossa vida espiritual?
R. Nós temos a Bíblia, o Senhor Jesus e o Espírito Santo.

Boa Aula!

 

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