segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

SE O MEU POVO ORAR

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SE O MEU POVO ORAR
Texto Áureo: II Cr. 7.14 – Leitura Bíblica: II Cr. 7.11-18

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Despertar os alunos para perceberem a importância da oração, e mais que isso, as bênçãos espirituais dela advindas.

INTRODUÇÃO
Nesta última lição do trimestre, estudaremos a respeito do significado da oração para o povo de Deus. Inicialmente, meditaremos a respeito do contexto da passagem, no qual Israel é chamado a orar. Em seguida, analisaremos a importância que a oração tem para a igreja cristã. E por fim, sobre as implicações da oração para a vida do cristão.

1. SE ISRAEL ORAR
Após a dedicação do templo em Jerusalém, o Senhor apareceu a Salomão, à noite, em sonho. Nessa ocasião, Ele revelou ao monarca israelita seus projetos em relação ao futuro da nação. A palavra de Deus dirigida a Salomão tratava-se de uma resposta a sua petição. O Senhor aceita aquele local, o templo que havia sido erigido, como lugar de sacrifício e adoração (II Cr. 7.12). Quando o povo pecasse, e por causa do pecado, fosse julgado, através da falta de chuvas, de pestes que consumissem a terra, e depois o povo se arrependesse, o Senhor assim expressa: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Cr. 7.14). No contexto da passagem, o Senhor está dizendo a Salomão que se o povo se arrependesse dos seus maus caminhos, Ele ouviria dos céus a oração, perdoaria seus pecados e pouparia Israel dos males que lhe sobreviriam por causa da desobediência. Esse versículo precisa ser compreendido em conformidade com as promessas específicas feitas por Deus a Israel. Caso contrário, resultará em interpretações equivocadas ou aplicações forçadas à igreja. Somente podemos fazer alguma aplicação se considerarmos esse texto na totalidade do evangelho, reconhecendo: 1) a relevância do reconhecimento dos pecados da igreja; 2) as conseqüências desastrosas que o pecado pode causar; 3) a necessidade de arrependimento para que não sejamos julgados com o mundo; e 4) a convicção que Deus ouvirá as orações e nos guiará na verdade. A aplicação nacional desse versículo a qualquer país (inclusive o Brasil), como fazem alguns pregadores, não tem respaldo exegético.

2. SE A IGREJA ORAR
A igreja de Jesus Cristo necessita redescobrir o valor da oração. Se essa despertar para a importância da oração, desfrutaremos de um avivamento genuíno. Isso porque, conforme destacou o Senhor, “tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt. 18.18-20). Essa deva ser a motivação central da igreja para orar, experimentar a presença de Jesus em unidade no corpo de Cristo. Não importa qual seja o assunto, contanto que seja do agrado do Senhor, de acordo com Sua soberana vontade, Ele responderá a oração. Muito mais Jesus poderia fazer em Sua igreja, e através dela, bastaria que essa orasse. Infelizmente, há um busca exacerbada por bens materiais, decisões tomadas com base na política partidária ou eclesiástica e intensa competitividade entre os membros, tudo isso apaga a chama do Espírito Santo. Em Jo. 15.7, Jesus disse que “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito”. Eis a condição para que recebamos do Senhor a resposta das orações: se as Suas palavras estiverem em nós. A igreja precisa orar, mas não apenas fazer orações com base em interesses particulares, antes orar de acordo com a vontade de Deus. Quantos de nós ainda ora por um avivamento na igreja? Pelo derramamento do Espírito Santo? Para que os novos convertidos sejam batizados no Espírito Santo? Será que ainda há quem ore pelos missionários em terras longínquas? Ainda estamos dispostos a orar pelos enfermos? Se a igreja do Senhor orar, em união, por temais semelhantes a esses, faremos proezas para a glória do Senhor.

3. SE O CRISTÃO ORAR
A revolução precisa começar por cada um de nós, cada cristão, individualmente, é chamado a orar. A oração do cristão deve ser uma expressão dos sentimentos e necessidades, mas, sobretudo, impulsionada pelo Espírito Santo (Rm. 8.15,26), orando tanto em Espírito quanto com a mente (I Co. 14.15). Por isso, Paulo recomenda aos efésios para que orem em todo o tempo no Espírito (Ef. 6.18), isso quer dizer que a oração não é apenas um ato natural, um momento de meditação para encontrar-se, como pressupõem os adeptos da auto-ajuda, muito menos um meio de obter longevidade, como defende o pragmatismo moderno. Orar é desfrutar de comunhão íntima com Deus, é reconhecer, pelo Espírito Santo, que somos filhos de Deus, por meio do qual podemos chamá-lo de Pai, Aba (Rm. 8.15,16). Se o cristão orar, terá mais comunhão com o Pai, e pedirá, em nome de Jesus, para a glória dEle (Jo. 14.13). Este é um exercício de fé, não esqueçamos que “tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mt. 21.22), contanto que o pedido seja da vontade de Deus (I Jo. 5.14). A esse respeito, devamos saber que a vontade de Deus não é que sejamos ricos, que tenhamos mansões, carros importados, iates e aviões, tal como argumentam os profetas da prosperidade, mas que sejamos santos (I Ts. 4.3), que vivamos em paz e unidade (Ef. 4.3) e sejamos sábios diante dos problemas da vida (Ef. 6.19,20; Tg. 1.2). Se o crente orar, a sua vida será guiada pelo Espírito do Senhor, ele aspirará viver de modo mais elevado, de acordo com o padrão planejado por Deus (Hb. 11.40).

CONCLUSÃO
“Se” é uma partícula gramatical condicional, portanto, uma possibilidade. Existem inúmeras ordenanças bíblicas para que o crente ore. Mas Deus não obriga as pessoas a orarem, Ele apenas declara: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jr 33.3). Em muitas ocasiões, Israel deixou de ver a glória de Deus porque preferiu confiar em si mesmo, ao invés de buscar o Senhor em oração. A igreja dos tempos atuais precisa aprender com o exemplo da igreja primitiva, a qual, perseverava na oração e no ministério da palavra (At. 10.5), esse, porém, é um assunto para o próximo trimestre.

BIBLIOGRAFIA
APPÉRÉ, G. A oração que Deus responde. São José dos Campos: Fiel, 2001.
BRANDT, R. L; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO QUE CONDUZ AO PERDÃO

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A ORAÇÃO QUE CONDUZ AO PERDÃO
Texto Áureo: Sl. 51.10 – Leitura Bíblica: Sl. 51.1-13

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Ensinar os alunos a terem um espírito quebrantado em oração que é um poderoso instrumento para restaurar a comunhão com Deus.

INTRODUÇÃO
O pecado é uma realidade, ainda que alguns supostos especialistas tentem negá-lo. A Bíblia está repleta de exemplos de pecadores. Os noticiários impressos e televisivos também constatam essa verdade. Mesmo assim, sabemos que Deus não é contra os pecadores, Ele é gracioso e está disposto a perdoar aqueles que se arrependem. Na aula hoje, estudaremos a respeito do pecado e do perdão na Bíblia, atentaremos especificamente para o Salmo 51, e ao final, veremos como Deus lida com os pecadores que oram em arrependimento.

1. PECADO E PERDÃO NA BÍBLIA
Alguns estudiosos modernos tentam negar a realidade do pecado, extraem a responsabilidade do indivíduo, levando-a a condição social. A Bíblia, no entanto, revela o pecado tanto como uma tendência (Rm. 5.12) quando uma condição (I Jo. 1.10). Existem várias passagens na Bíblia que tratam a respeito do pecado. No Antigo Testamento, as palavras para pecado são: hatã – que significa “estar em falta perante Deus” (Gn. 20.6; Js. 7.11); e pesa – cujo significado principal é o de transgressão ou rebelião (Ex. 22.9; I Rs. 12.19; Is. 1.2; Am. 2.4-6). No Novo Testamento, pecado é hamartano, que dá idéia de “perder o foco” (Rm. 3.23). O pecado é uma condição perante Deus e que traz conseqüências (Jô. 5.14; I Co. 15.34). A Escritura revela a universalidade do pecado, isto é, todos pecaram, por isso foram distanciados de Deus, e o salário do pecado é a morte espiritual (Rm. 6.23). Perdão é aphesis em grego que, em Ef. 1.7; Cl. 1.14, está relacionado à redenção dos pecados, bem como no contexto de Mt. 26.28, por ocasião da celebração da Ceia do Senhor. Em prosseguimento a essa mensagem, os apóstolos pregaram que Jesus morreu e ressuscitou para o perdão dos pecados (At. 2.38; 5.31; 10.43; 13.38; 26.18).

2. SALMO 51, A ORAÇÃO DE UM PECADOR
O Salmo 51 foi escrito por Davi, por ocasião do seu pecado contra Deus, registrado em II Sm. 11.12. Nesse cântico, o salmista reconhece seu pecado e o apresenta perante Deus (Sl. 51.1-3). Em seguida, suplica ao Senhor que o perdoe dos seus pecados (Sl. 51. 1-2,7,9). Ele sabe que o pecado traz fardo à consciência, por isso, suplica ao Senhor que o livro daquele peso (Sl. 51. 8,12). O salmista não deseja mais pecar, por isso, pede ao Senhor que o dê graça para prosseguir (Sl. 51.10-11, 14). O pecado distancia o pecador da presença de Deus, por essa razão, Davi pede ao Senhor que permita que ele possa novamente se aproximar de Deus (Sl. 51.15). O salmista toma a decisão resoluta de mudar sua prática de vida, e isso será realizado melhorando a vida das pessoas que estão ao seu redor (Sl. 51.13) e glorificando a Deus (Sl. 51.16,17,19). Esse é um salmo de arrependimento, nele Davi abri sua alma perante Deus, reconhecendo sua condição pecaminosa. Ele implora não pela justiça de Deus, pois sabe que se essa vier não será possível escapar. Os pecados do salmista trouxeram implicações terríveis, ele destruiu a vida de um homem íntegro e da sua esposa. Davi, inicialmente, pensou que pudesse fugir dos olhos de Deus, foi assim desde o princípio, com Adão e Eva, mas a voz profética de Deus foi manifestada nas palavras de Natã. Davi chorou diante de Deus, suplicando pelo seu perdão, implorando por graça e misericórdia.

3. DEUS PERDOA OS PECADORES
Deus não se agrada do pecado, pois sendo Ele santo, pode haver conivência com o pecado. Mas o próprio Deus proveu uma saída para o pecado, pois Ele amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho, para que todo Aquele que nEle acredita, isto é, em Seu sacrifício vicário, não pereça em seus pecados, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16). Em sua Epístola aos Romanos, Paulo diz que Deus demonstra Seu amor para conosco pelo fato de ter nos amado, sendo nós ainda pecadores (Rm. 5.8). Todos pecaram, o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo (Rm. 6.23). A partir do momento em que recebemos a Cristo, passamos assumir a condição de filhos, e recebemos, de Deus, o espírito de adoção, por meio do qual clamamos Aba, Pai (Rm. 8.15; Gl. 4.5). Por esse motivo, o cristão não tem mais prazer em pecar, onde abundou o pecado passa a superabundar a graça de Deus (Rm. 5.20). Isso não quer dizer que o cristão esteja isento do pecado, pois não há quem não peque, aquele que diz não pecar, faz Deus mentiroso (I Jo. 1.10), por outro lado, há algo de errado quando o cristão começa a ter prazer em pecar, pois o que é nascido de Deus não vive na prática do pecado (I Jo. 3.4-9). É nesse contexto que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo. 1.9).

CONCLUSÃO
Não adianta o ser humano fugir da verdade evidente do pecado. Essa é uma realidade bíblica, atestada pela história, motivo de matérias nos jornais e vivida na experiência humana. Todos pecaram, pois não há quem não peque (I Rs. 8.46), ainda assim, há esperança para o pecador que ora em arrependimento. Como Davi, podemos orar com o coração quebrantado, apresentarmos diante do Senhor nossos pecados, e obter perdão. Pois conforme nos lembra o sábio, “o que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv. 28.13).

BIBLIOGRAFIA
BRANDT, R. L; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
GEORGE, J. Orações notáveis da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

MINISTÉRIO DA INTERCESSÃO - Lição 10- CPAD - 12/2010

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Ministério da Intercessão
Autor. Osvarela

Texto Áureo:
Ef.6.18. “Orando em todo tempo com toda a oração e súplica no Espírito e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica, por todos os santos”.
Leitura Bíblica em Classe.
Gn.18.23-29,32,33
O que é Intercessão?
“Intercessão é dar a luz no reino do Espírito às promessas e propósitos de Deus. É uma oração para que a vontade de Deus seja feita. É descobrir o que está no coração de Deus, e orar para que isso se manifeste”. Pr. Edmundo Felix
Esta definição de Intercessão reflete o que Abraão conseguiu diante de Deus ao Interceder pelos seus, ainda que no meio de ímpios e distante de sua face.
Intercessão independe de distancia
Intercessão independe da situação espiritual do que é foco.
Intercessão depende conhecer a Vontade e o Poder daquele que vai agir pela nossa Intercessão!
Etimologia.
Empatia.
Aurélio – s.f. Tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida por outra pessoa.
Grego - empátheia, -as, paixão
s. f. Forma de identificação intelectual ou afetiva! De um sujeito com uma pessoa, uma ideia ou uma coisa.
Lc.7. 13. Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
Mt.15. 32. Jesus chamou os seus discípulos, e disse: Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que eles estão comigo, e não têm o que comer;
perseverança - s. f. -latim perseverantia, -ae
1. Qualidade ou acção! de quem persevera.
2. Constância, firmeza, pertinácia.
3. Duração aturada de alguma coisa.
Definindo Intercessão.
Etimologicamente a palavra Intercessão pode ser definida ou entendida nos idiomas bíblicos e na língua portuguesa: hebraico, grego e português.
Intercessão segundo o Dicionário português é: "Pedir por outrem, intervir a favor de alguém ou alguma coisa, ser intermediário”.
v. interceder; agir em favor de-; intermediar;
Intercessão: adj.[s.m.] ato de interceder;intervenção.
Grego - Μεσολαβώ - mediar
No Hebraico a palavra "PAGA" vem da raiz de uma palavra que significa:
1. colidir pela violência. 
2. “Paga" quer dizer “entrar em contato com”,
3. ir contra, ser violento contra,
4. colocar-se entre, 
5. encontro com, 
6. suplicar, orar, correr.
Somos chamados para ser Intercessores.
Para intervir em situações de outros; na vida de alguém;colocarmo-nos entre algo que vai acontecer com alguém, diante de Deus para Ele agir, pela nossa Oração intercessória.
Isto infere interpor-se entre o mal e o alvo do mal, vidas próximas ou não, mas que estão em risco.
Neste sentido, todos os descrentes estão sendo rudimentarmente, primariamente alvos da Intercessão da Igreja.
Interceder é ser ouvido por alguém, que pode resolver situações impossíveis.
1. "HUPERENTUNCHAMO" significa acima, além, através, mais do que, em lugar de.
2. "ENTEUXIS" significa ser ouvido pelo rei, no lugar de outros, encontrar-se com.
3. "ENTUNCHANO" significa trocar idéias com, conferenciar com, tratar com, fazer intercessão, rogar a uma pessoa a favor contra outros.
At.12.5. Pedro, pois, estava guardado na prisão; mas a igreja orava com insistência a Deus por ele. 12 Depois de assim refletir foi à casa de Maria, mãe de João, que tem por sobrenome Marcos, onde muitas pessoas estavam reunidas e oravam.
Por isto no Antigo Testamento a figura de Moisés, Abraão são destaque, pela sua ação intercessória, como Paulo e a Igreja são o destaque no Novo Testamento.
Qualidades que possuíam:
Estavam em contato direto com Deus e Ele lhes ouvia a Oração.
Será que eu e você podemos nos colocar nesta posição?
Espero que sim!
Texto auxiliar.
I Tm. 2.1-7. “Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo; para o que (digo a verdade, não minto) eu fui constituído pregador e apóstolo, mestre dos gentios na fé e na verdade. Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda”.
A Intercessão nos aproxima de Jesus.
O aproximar, ao qual nos referimos, é:
Ser cristão – igual a Cristo
Amoroso – igual a Cristo
Humanizados – igual a Jesus Cristo – a perfeita expressão do homem puro, que não teve pecado e podia interceder de maneira direta ao Pai.
Reconhecidos ao Pai – Igual a Jesus Cristo
Hb. 7. 25. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles.
A Intercessão é a forma que Jesus nos ensinou, a nós os cristãos, mas a história bíblica nos legou uma longa e duradoura atividade da intercessão.
A Bíblia nos ensina sobre Abraão.
Intercessor é alguém que se coloca no lugar dos que necessitam da ação interventiva de Deus.
Intercessor é alguém que Deus confia para avisá-lo sobre as necessidades dos seus.
Participar nas angústias
Como Abraão, Deus quer nos comunicar as necessidades do seu povo, sejam quais forem estas necessidades, e nos fazer partícipes delas, e através das Orações pedir a Deus:
Sua intervenção nas causas e vida de outrem
-O Sucesso para a vida das famílias – alvo de Deus
-A libertação das vidas
-Livramentos
-Curas
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